quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A história do computador e a origem da Internet

As pesquisas no campo técnico – cientifico, se expandiram a partir da II Guerra Mundial, pela necessidade de realização de cálculos mais precisos na construção e trajetórias de mísseis.
A história do computador é marcada por uma polêmica no que diz respeito à criação do primeiro exemplar, sendo a mesma descrita da seguinte forma:
Z-1, classificado como primeiro computador eletromecânico (usava relés), criado em 1936 pelo alemão Konrad Zuse.
Mark I, classificado como computador eletromagnético, criado em 1944 (gigante, ocupava 1,20 m², usava relés, barulhento). O Mark I foi desenvolvido pelo governo norte americano, marinha, Universidade de Harvard e IBM.
Em 1946, é concluído o projeto do ENIAC - Eletronic Numeric Integrator And Calculator, foi desenvolvido por John Presper Eckert - engenheiro e John Mauchly - fisico (usava válvulas).
Os computadores foram classificados em gerações:
1ª geração (1945-1959): usava válvulas eletrônicas, quilômetros de fios, eram lentos, enormes e esquentavam muito;
2ª geração (1959-1964): substituição de válvulas por transistores, substituição dos fios de ligação por circuitos impressos (mais rápidos, menores e com custo de fabricação e manutenção mais baixos em relação aos da 1ª geração);
3ª geração (1964-1970): utilização de circuitos integrados (maior compactação e redução dos custos e velocidade de processamento - microssegundos), início da utilização de sistemas operacionais mais avançados;
4ª geração (1970 aos dias atuais): aperfeiçoamento constante da tecnologia (otimização das máquinas), maior grau de miniaturização, confiabilidade, velocidade - manos segundos (bilionésima parte do segundo).
5ª geração, termo criado pelos japoneses. A quinta geração de computadores, é caracterizada pela tecnologia de ponta e por pesquisas incessantes no que diz respeito à inteligência computadorizada. Sendo marcada pela expansão dos computadores tanto de uso cientifico, quanto de uso comum, ou seja, a tecnologia quebra barreiras, supera limites. Avanços importantíssimos aconteceram, dentre eles a criação da rede mundial de computadores-INTERNET, é o processo de globalização fazendo e deixando marcos na sociedade do conhecimento.
A rede mundial de computadores, conhecida como Internet, passou por um longo processo de transições e mudanças, teve nomes e utilização diferentes de hoje. Ela surgiu para suprir as necessidades emergências surgidas durante a guerra fria entre Estados Unidos e União Soviética, no que diz respeito à troca e preservação de informações entre as bases militares americanas (APARNET - sistema de rede de computadores), sendo mesmo desenvolvido pelo governo norte-americano, e mais tarde por outras organizações.
O sistema foi bem desenvolvido, sendo tema de estudos em universidades. Todo esse progresso fez com que a APARNET, fosse dividida em grupos distintos: militar - MILNET, e o não militar - NOVA ARPANET.
Movimentos culturais encabeçados por jovens, tinha por objetivo maior a difusão de informações, fazendo nascer e crescer definidamente a Internet como a conhecemos hoje, mas que nunca se estagna, ou seja, sempre inovando, favorecendo o desenvolvimento técnico - cientifico de todos os setores. Esse avanço tecnológico se reflete na sociedade contemporânea, a qual exige um novo perfil de cidadão, polivalentes, flexíveis, com visão holística.
Podemos afirmar que a Internet passou por um processo histórico, e que na atualidade se revela como instrumento indispensável no mundo globalizado. E os que não estão inseridos nesse processo se vêem a margem da sociedade técnico - cientifica ou do conhecimento, como esta classificada.
A Internet, por sua versatilidade, rapidez, se tornou um campo fértil, e a educação como meio de ascensão, também envereda por tal caminho, e dentro dessa nova roupagem o processo educativo, faz uso dos recursos tecnológicos, que pelo apogeu da Internet, não tem como nos desviarmos da realidade. Cabendo então a educação ir além sair da inércia, mudar, ousar, ou seja, apropriar-se das novas tecnologias de forma qualitativa e servir de mediação entre o educando e os recursos. E garantir a formação do novo perfil de cidadão exigido pela sociedade do conhecimento, mas quando isso não acontece, tem-se como resultado a repetição alienante de escritos e pensamentos de outrem, são atitudes comuns quando não há autonomia, para gerir os recursos e espaços exigentes, não favorecendo uma aprendizagem significativa.

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